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Presidente da ABAR acompanha audiência pública sobre orçamento das agências reguladoras federais na Comissão de Infraestrutura do Senado

Cortes no orçamento já comprometem atividades de setores da economia regulados pelas agências federais

Imprensa ABAR por Imprensa ABAR
10 de julho de 2025
em Em Destaque
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Presidente da ABAR acompanha audiência pública sobre orçamento das agências reguladoras federais na Comissão de Infraestrutura do Senado

Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) realiza audiência pública interativa para promover um debate técnico e institucional acerca da situação orçamentária das agências reguladoras federais brasileiras, bem como os reflexos dessa conjuntura sobre a capacidade regulatória do Estado e a prestação de serviços públicos essenciais. (FOTO: Saulo Cruz/Agência Senado)

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O presidente da Associação Brasileira de Agências Reguladoras (ABAR), Vinícius Benevides, esteve, na manhã de terça-feira (8/7), na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal (CI), onde acompanhou a audiência pública em que se discutiu a situação orçamentária das agências reguladoras federais. Durante a reunião, Benevides conversou com os senadores Marcos Rogério (PL/RO), presidente da Comissão, Esperidião Amin (PP/SC) e Laércio Oliveira.

“Foi uma excelente oportunidade dos senadores conhecerem a situação das agências reguladoras, que chegou ao limite. Embora a audiência tenha tratado das agências reguladoras federais, as agências infranacionais também sofrem com a falta de orçamento, especialmente aquelas que têm convênio de fiscalização com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Como elas pararam de receber da Aneel recursos para fiscalizar o fornecimento de energia elétrica, foram forçadas a desativar as ouvidorias que registravam problemas na prestação do serviço, conforme apontados pelos usuários”, afirmou o presidente da ABAR.

O presidente da Comissão de Infraestrutura, senador Marcos Rogério, afirmou que procuraria o presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP), para dar andamento ao PLP (Projeto de Lei Complementar) 73/2025. A iniciativa, de autoria do senador Laércio Oliveira (PP-SE), altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000) para blindar as receitas das agências federais obtidas por meio das taxas de fiscalização contra cortes ou bloqueios. Durante a audiência pública, o senador Oliveira disse que recebeu o compromisso da Mesa Diretora do Senado de que o projeto seria encaminhado à comissão até o fim da semana.

Dificuldades

Compareceram à audiência pública, membros das diretorias das seguintes agências reguladoras: Agência Nacional de Mineração (ANM), Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), além de um representante do Tribunal de Contas da União (TCU).

O diretor-geral da ANM, Mauro Sousa, falou das consequências econômicas do déficit de servidores e de tecnologia. Segundo o diretor, no ano passado a ANM arrecadou R$ 3,2 bilhões em royalties, segunda maior arrecadação de royalties entre as agências, atrás apenas da ANP. “O TCU analisou a capacidade de administração de receitas da ANM e descobriu que cerca de R$ 20 bilhões deixaram de ser arrecadados pela ANM, entre 2017 e 2022. Temos apenas quatro servidores para promover a arrecadação e a distribuição dos royalties em todo o país, que tem 40 mil frentes de lavra”, afirmou. Sem recursos humanos e orçamentários, fiscalizações in loco podem ser suspensas, o que significa aumento de riscos ambientais para a mineração.

Com os cortes recentes no orçamento, a Anatel postergará projetos essenciais para serviços da agência, como a instalação do novo data center, que atualizaria a tecnologia de armazenamento de sistemas da agência. O Anatel Consumidor, por exemplo, recebe todas as reclamações dos consumidores sobre serviços de telecomunicação — foram 1,3 milhão de queixas registradas em 2024. Segundo a conselheira substituta Cristiana Camarate, também ficam comprometidos o serviço de licenciamento de estações de conectividade, o bloqueio de bets ilegais, o combate à pirataria e à desinformação nas redes, além da compra de drones que ajudam a prevenir transmissões irregulares de rádio que ameaçam pousos e decolagens nos aeroportos.

Setores comprometidos

O setor de aviação civil também foi afetado pelos cortes no orçamento da Anac. De acordo com o diretor-presidente substituto da Anac, Roberto José Siqueira Honorato, a agência se viu forçada a reduzir em 60% as atividades de fiscalização, e chegou a paralisar novas certificações de pilotos. O Ministério de Portos e Aeroportos anunciou um aporte emergencial, na última quinta-feira (3/7), o que permitiu a retomada dos exames. Nas primeiras 24 horas após o anúncio, foram realizadas mil inscrições para habilitação de novos pilotos e mecânicos. Em 2024, segundo a Anac, os 130 mil profissionais do setor foram responsáveis pelo transporte de 1,4 milhão de toneladas de carga e de 118,3 milhões de passageiros.

O diretor-geral interino da ANP, Bruno Conde Caselli, revelou que o montante destinado às despesas discricionárias representa 18% do orçamento disponível em 2012. Com um corte de R$ 35 milhões no orçamento deste ano, oficializado dia 30/5, o funcionamento da agência no último trimestre do ano está em risco. O período entre os meses de outubro e dezembro será “crítico”, de acordo com o diretor da ANP. O impacto já pode ser sentido com a suspensão, por 30 dias, do monitoramento da qualidade do combustível vendido nos postos. A paralisação representa uma ameaça tanto à qualidade do combustível, devido à possibilidade de adulteração, quanto à quantidade do combustível comercializado, com a prática conhecida como “bomba baixa”.

Demissões

A diretora da Aneel, Agnes da Costa, afirmou que o desempenho da agência foi classificado como próximo à excelência pela OCDE no levantamento “Peer review 2019-20”. No entanto, os cortes das despesas discricionárias ameaçam a capacidade da agência de fazer frente aos eventos climáticos extremos, ao processo de abertura do mercado e à transição energética no país. A curto prazo, o serviço de ouvidoria da Aneel foi suspenso, assim como a realização das audiências públicas. O próprio funcionamento da sede da Aneel foi restrito ao período entre 8h e 14h e 145 trabalhadores terceirizados (ou 15% da força de trabalho da agência) foram demitidos.

A diretora-geral substituta da Antaq, Flávia Takafashi, relatou que as fiscalizações realizadas pela agência estão reduzidas, sem orçamento para diárias e passagens. A exemplo de outras agências, contratações de serviços de Tecnologia da Informação estão suspensas. A posse de novos servidores está pendente porque falta dinheiro para comprar computadores. Apesar de não auferir receita por meio de cobrança de taxa de fiscalização, a agência possibilitou, entre 2015 e 2025, investimentos de R$ 11,7 bilhões na infraestrutura portuária do país, por meio dos 65 leilões de arrendamentos portuários realizados no período.

O diretor-geral substituto da ANTT, Felipe Queiroz, ressaltou a importância do trabalho da agência para a economia do país, uma vez que 85% das riquezas e pessoas são transportadas nas vias terrestres (rodovias ou ferrovias). Com 30 mil quilômetros em rodovias concedidas à inciativa privada e uma projeção de investimentos da ordem de R$ 110 bilhões nos próximos anos, a ANTT tem respondido ao impacto dos cortes com medidas de otimização do uso dos recursos, como a migração de unidades regionais para prédios de outros órgãos. No entanto, este ano, a perspectiva é de que a agência perca 40% da força de trabalho terceirizada e de que os processos deverão levar mais tempo em análise.

O secretário de SecexEnergia do TCU, Alexandre Carlos Leite de Figueiredo, apresentou resultados da fiscalização realizada nas agências relacionadas à energia e telecomunicações. O servidor do TCU afirmou que aumenta, a cada ano, a diferença entre o valor solicitado pelas agências e o montante autorizado na lei orçamentária assim como cresce a diferença entre o orçamento autorizado e a porcentagem do orçamento que é efetivamente executada ao longo do ano. A única que tem situação diferente é a Anatel, que desde 2017 tem seu orçamento protegido por um acórdão do TCU, que determinou à Secretaria de Orçamento Federal (SOF) que respeitasse a autonomia da Anatel.

Senadores

O presidente da Comissão, senador Marcos Rogério, considerou o cenário “preocupante”. De acordo com o senador, com o contingenciamento do valor arrecadado via taxas de fiscalização praticadas pelas agências reguladoras, está em curso um desvio de finalidade. “A definição de taxa prevê uma vinculação entre a natureza do serviço taxado e a destinação do valor arrecadado. Esse recurso está sendo tratado como imposto, simplesmente”, disse. De acordo com o senador Espiridião Amin, autor de um dos requerimentos da audiência pública, as agências viabilizam as atividades de 80% da economia formal do país. “Trata-se de um desserviço às agências e aos serviço que elas devem fiscalizar e regular”, afirmou o parlamentar

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