Semana da Água do Brasil acontece online até a quarta-feira, 27/4

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Começou no último sábado (23) a terceira edição da Semana da Água do Brasil (Brazil Water Week – BWW), que acontece até a próxima quarta-feira (27), em formato online, em plataforma digital exclusiva e interativa, com uma programação que inclui 20 sessões. A BWW é o mais importante evento internacional sobre água e saneamento do País, promovido pela ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental), instituição parceira da ABAR (Associação Brasileira de Agências de Regulação).

O evento conta com a participação de 49 instituições parceiras e reúne 110 participantes do Brasil e do exterior. É um importante espaço para trocas de experiências, conhecimento sobre outras realidades e divulgação internacional das melhores práticas brasileiras.

Este ano, a BWW aborda os seguintes temas:

  1. Água, Saúde e Saneamento para Todos
  2. Economia circular
  3. Planejamento e Regulação
  4. Gestão Eficiente
  5. Expansão da Cooperação Internacional e Capacitação
  6. Financiamento
  7. Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Sustentabilidade

Luiz Antônio de Oliveira Júnior, superintendente de Fiscalização Econômico-Financeira da Arsesp e secretário-executivo da Câmara Técnica de Saneamento Básico, Recursos Hídricos e Saúde (CTSan) da ABAR, é coordenador do Tema 3, “Planejamento e Regulação”, focado nos desafios para a implementação do novo Marco Regulatório do Saneamento no Brasil. Em entrevista ao site da BWW, ele destaca que esta edição do evento será especial, dado o momento de mudanças que o setor atravessa rumo à implementação do novo marco e os impactos econômicos e de saúde pública da pandemia, entre outras questões.

“Diante de tantos desafios para atingirmos a tão sonhada universalização dos serviços de saneamento básico no Brasil, o planejamento é fundamental para desenvolvermos uma política pública tão complexa, com diversos cenários e condições econômicas distintas”, enfatiza Luiz. “Além dele, a regulação é essencial para assegurar a qualidade da prestação desses serviços, bem como garantir que a alocação dos investimentos ocorra de forma a atingirmos as metas de universalização”, completa o especialista.

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