Segunda edição do Regulatory Delivery termina com público recorde

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Foi encerrada com público recorde, no último dia 28 de outubro, a segunda edição do curso Regulatory Delivery em português, uma iniciativa da ABAR (Associação Brasileira de Agências de Regulação) em parceria com a Florence School of Regulation (FSR). Esta edição contou com 123 participantes, número mais de 20% superior ao total de 100 alunos da primeira versão, realizada em 2021.

Esta edição do Regulatory Delivery contou com 98 alunos provenientes de 18 agências associadas à ABAR. Outros 25 participantes eram integrantes de agências não associadas, companhias prestadoras de serviços, consultorias especializadas e escritórios de advocacia.

No encerramento do curso, o presidente da ABAR, Vinícius Benevides, destacou a relevância da iniciativa e agradeceu, em nome da entidade, aos diretores da FSR e aos instrutores pela parceria. “A ABAR tem se empenhado em oferecer cursos como este, que incentivam a participação de pessoas de diferentes órgãos, o que é muito importante para termos o mesmo entendimento sobre os problemas da regulação no País”, afirmou.

Benevides ressaltou também a praticidade que o formato do Regulatory Delivery em português oferece aos interessados. “Quando fazíamos o curso em Florença, os custos eram bastante pesados para as agências reguladoras brasileiras, sem falar na dificuldade de fazer um curso em outra língua. Agora temos esta opção online e em nosso idioma”, disse.

Os diretores do curso, Jorge Vasconcelos e Lucila de Almeida, e o presidente da ABAR, Vinícius Benevides, participaram do encerramento do Regulatory Delivery

MAIOR INTERAÇÃO COM MELHORES RESULTADOS

Na avaliação da professora Lucila de Almeida, codiretora do Regulatory Delivery juntamente com o professor Jorge Vasconcelos, o resultado desta edição foi extremamente positivo. “Fizemos duas alterações significativas que permitiram ampliar a interação entre os participantes, o que se refletiu na qualidade dos trabalhos finais apresentados”, comentou.

“As aulas ao vivo, que antes duravam uma hora, ganharam mais 30 minutos nos quais os alunos discutiam o que tinha sido comentado nos fóruns de debate, uma troca muito proveitosa”, disse. Além disso, a composição de grupos mistos para a elaboração dos trabalhos finais, incluindo representantes de diferentes entidades, resultou em trabalhos “significativamente melhores que os do ano passado”, segundo Lucila, “porque havia nos grupos reguladores de todo o Brasil trabalhando em um único projeto”. O impacto foi de um aumento de 100% no número de trabalhos escolhidos para serem apresentados no encerramento, de quatro em 2021 para oito este ano.

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