Petrobras sai em defesa de ‘perdão’ para Libra

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A Petrobras estima que, mesmo obtendo o aval da Agência Nacional de Petróleo (ANP) para contratar no exterior o afretamento da primeira plataforma do megaprojeto de Libra, cerca de 40% dos gastos com a construção da embarcação ficarão no Brasil. Em meio às críticas da cadeia de fornecedores nacionais, a Petrobras saiu ontem em defesa do pedido de perdão pelo não cumprimento dos compromissos de conteúdo local (“waiver”, em inglês) para contratação da unidade flutuante (FPSO), estimada em US$ 1,5 bilhão.

Numa concorrida audiência pública para tratar do assunto, o gerente-executivo da Petrobras em Libra, Fernando Borges, tentou mostrar que o discurso de que o consórcio (liderado pela estatal em sociedade com a Shell, Total, CNPC e CNOOC) quer “conteúdo local zero” para o projeto, previsto para 2020, é falso.

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