Artigo* – Economia Verde

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Neste momento histórico que estamos vivenciando não podemos nos ater somente ao dia mundial do Meio Ambiente ou a semana do Meio Ambiente, é muito pouco pela importância de destaque que o Brasil está sendo homenageado pelas Nações Unidas como marco mundial, da  ECO-RIO, a RIO +20.

As discussões da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a RIO +20, serão orientadas basicamente em dois eixos: a Economia Verde dentro do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza (Metas do Milênio), aqui está incluído o saneamento básico. Agora, imagine como deverá ser a construção institucional para esse desenvolvimento.

A Economia Verde não é somente um conjunto de oportunidades de negócio. Devemos construir uma matriz de incentivos (econômicos) que privilegie o desenvolvimento sustentável e não o crescimento único e exclusivo do Produto Interno Bruto – PIB para o cumprimento das metas econômicas. Devemos desenvolver uma economia solidária com mais parâmetros de crescimento.

Todos nós, devemos de alguma forma participar, as escolas, os jornais, as televisões, a internet, discutindo e acompanhando os temas da RIO +20. Sem sombra de dúvidas estamos vinculados à multidisciplinaridade de conhecimento que o mundo sustentável está nos exigindo.

Alguns temas estarão na ordem do dia, além, da Economia Verde e Metas do Milênio, como a Prevenção e Mitigação, Atividades de inovações curriculares, Pesquisas, Projetos referentes a Educação Sustentável, será lançado para o nosso conhecimento o Relatório do Panorama do Meio Ambiente Global ( GEO-5), desenvolvido por mais de 300 cientistas e pesquisadores de todo mundo.

Parlamentares de mais de cem países irão discutir uma legislação mais eficiente sobre o meio ambiente e novas tecnologias sustentáveis. Os prefeitos das 40 cidades mais importantes do mundo discutirão como deverá ser uma cidade sustentável, juventudes, ONG’s, entre outros. Será o maior Fórum de Ciência, Tecnologia, Inovação, Energia Renovável para um desenvolvimento sustentável com a solidez de uma nova Economia Verde.

*Artigo produzido por Sérgio José Grando, Diretor Geral da AGESAN

Fonte: ASCOM/AGESAN