ARSAL deve fazer auditoria em consórcio de ônibus da capital baiana

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A Agência Reguladora e Fiscalizadora dos Serviços Públicos de Salvador (Arsal) deve fazer uma auditoria para avaliar o prejuízo alegado pelo Consórcio Integra, no valor de R$60 milhões.

A operadora do serviço de ônibus na capital baiana, composta por três empresas, alega que o prejuízo se deu por causa da crise econômica, da queda no número de passageiros, da chegada do metrô, da concessão de gratuidades e do avanço do transporte clandestino.

Vários estudos apresentados pelo consórcio à prefeitura sugeriram que a tarifa deveria ser reajustada para R$ 4,15, para dar conta de tais prejuízos. No dia 2 de janeiro, a prefeitura anunciou um reajuste de apenas 10 centavos, passando de R$3,60 para R$3,70.

Segundo o presidente da Arsal, Henrique Gonçalves Trindade, o termo de referência para contratar a empresa para auditoria está pronto, com abertura de edital prevista para até o final de fevereiro.

Apesar da medida, o presidente destaca que a questão não é prioritária para a prefeitura, haja vista cláusula no contrato que estabelece que os fatores de risco quanto ao aumento ou à redução da demanda de passageiros devem ser assumidos pelo consórcio.