ADASA – Drones ajudarão ADASA a fazer fiscalização de campo

395

Nos próximos 4 anos a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF – ADASA, em parceria com a equipe de Engenharia da Universidade de Brasília – Campus Gama, desenvolverá três unidades distintas e funcionais de veículos aéreos de imageamento (VAIM). Estes equipamentos serão utilizados como suporte às atividades fiscalização exercidas pela ADASA nas áreas de saneamento básico e de recursos hídricos.

O desenvolvimento, construção e operação desses veículos de imageamento, conhecidos popularmente como drones, fazem parte de Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a ADASA e a UnB em novembro do ano passado.

Os três drones previstos no Acordo serão desenvolvidos em dois modelos: um veículo aéreo de asa fixa; e dois veículos de asa rotativa, sendo um deles quadricóptero e o outro octacóptero. Todos serão dotados de sensores de imageamento, de sistema de georreferenciamento e de controles adequados às necessidades da atividade de aquisição de imagens.

Os drones são capazes de sobrevoar locais de difícil acesso aos fiscais. Com sua utilização, os fiscais otimizam suas atividades. Os drones são capazes de coletar, em três dias, dados e imagens que as equipes de fiscalização levariam até cinco meses para concluir.

Os equipamentos, previstos para entrar em operação em 42 meses, serão financiados pela ADASA e sua propriedade intelectual pertencerá à Agência e a seus desenvolvedores da UnB. A Diretoria Colegiada da ADASA está analisando a proposta da UnB e, caso seja aprovada, o projeto terá início em agosto desse ano.

Além dos drones, fazem parte do Acordo a construção de dois veículos de inspeção de galerias de águas pluviais (VIGAP); sondas para monitoramento de poços profundos (SOMP) de até 150 metros; kit móvel para trabalho de campos (mini bancada) para análise da água; equipamento eliminador e bloqueador de ar em tubulações de água; e estudo sobre reuso de água.

Os primeiros produtos a serem entregues á ADASA serão os veículos de inspeção de galerias de águas pluviais (Vigaps); e o kit móvel para trabalho de campo (minibancada de análise de água), capaz de oferecer imediatamente indicadores contaminantes nas águas dos rios, lagos e tubulações.

Fonte: Ascom/ADASA