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Com dez anos de Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o recém-renomeado diretor Edvaldo Santana diz que foi somente no ano passado, com a discussão em torno das tarifas de energia elétrica em uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que percebeu que a sociedade não compreende os processos de reajuste e revisões tarifárias. Foi por isso que, no fim do ano passado, ele iniciou uma campanha de conscientização dentro da própria agência para que os processos se tornem mais simples e fáceis de serem explicados. Algo que pode se refletir nas decisões de como será o terceiro ciclo de revisão tarifária, a ser definido ainda em 2010. Fonte: Valor Econômico, 14/01/2010
As companhias aéreas, que travaram uma guerra tarifária boa parte do ano passado para abocanhar fatias maiores do mercado, mudaram radicalmente a estratégia a partir de outubro, levando os preços das passagens a uma alta expressiva, de 31,89% em 2009, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que no mesmo período subiu 4,31%. A demanda por voos domésticos, que já vinha crescendo a um ritmo superior a 20% desde julho, continuou subindo, num movimento contrário ao do preço do querosene de aviação (QAV), que encolheu 18,53% e responde por cerca de 40% dos custos do setor. Esse quadro, de demanda aquecida, preços mais altos e combustível barato deve permanecer neste início de 2010. Fonte: Valor Econômico, 14/01/2010
por S. Barreto Motta. O diretor de Planejamento do Ministério dos Transportes, Francisco Luiz Baptista da Costa, afirma que, de acordo com o Plano Nacional de Logística de Transporte, as ferrovias serão o setor privilegiado, até 2023. Pelos dados oficiais - que, obviamente, dependerão de confirmação de investimento dos próximos governos - serão aplicados R$ 290 bilhões em transportes até 2023. As ferrovias serão contempladas com R$ 150 bilhões, seguindo-se rodovias, com R$ 69 bilhões, portos, com R$ 38,9 bilhões, e hidrovias, com R$ 15,7 bilhões. Os aeroportos, apesar de todas as notícias sobre sua modernização e a ampliação, ficarão em último lugar, com apenas R$ 13 bilhões. Fonte: Monitor Mercantil, 14/01/2010
Para o economista Maurício Dias David, as linhas gerais da reforma do sistema financeiro internacional aprovadas pelo Fórum de Estabilidade Financeira (FSB), em Basiléia, são positivas, mas sua implementação dependerá da vontade política dos países do G20: "As medidas são óbvias. Contra elas só os ultra-liberais. Hoje poucos defendem a ausência de controles. Eventuais divergências se restringem apenas ao grau desse controle", observou. Fonte: Monitor Mercantil, 14/01/2010
Depois de receber denúncias do Ministério Público Federal de que a Gol estaria induzindo o consumidor a adquirir seguro viagem no ato da compra de passagens pela internet, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) notificou a companhia para que torne mais transparente a venda do serviço. A mesma notificação foi enviada à TAM. As duas empresas possuem, somadas, cerca de 85% do mercado doméstico. Fonte: Folha de São Paulo, 13/01/2010
A onda de calor deste início de ano já começa a provocar quedas no abastecimento de energia, problema que causou grandes transtornos em diversos Estados em novembro do ano passado. Desde quinta-feira, indicam os boletins de operações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), houve pelo menos quatro grandes cortes de energia no País. Além disso, consumidores do Estado do Rio voltaram a sofrer com apagões localizados. Fonte: O Estado de São Paulo, 13/01/2010
O BIS (Banco para Compensações Internacionais, espécie de Banco Central dos BCs) pretende implementar a partir de 2012 um pacote de medidas para evitar bolhas de crédito nos 27 países-membros de seu grupo de supervisão bancária. Fonte: Folha de São Paulo, 12/01/2010
Nos últimos dez anos, o consumidor brasileiro desembolsou quase R$ 5 bilhões na conta de luz para bancar projetos de eficiência energética e de soluções para melhorar a operação do sistema elétrico nacional. Até agora, no entanto, os resultados são questionáveis. O País continua desperdiçando cerca de R$ 16 bilhões por ano de energia elétrica ? equivalente ao investimento total para a construção da Hidrelétrica de Belo Monte (PA). Além disso, nos últimos anos, a qualidade da energia entregue aos consumidores tem piorado consideravelmente em algumas distribuidoras. Fonte: O Estado de São Paulo, 12/01/2010
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) começa a dar os primeiros passos no direcionamento dos recursos para projetos estruturantes. O agência selecionou 11 temas relevantes, considerados de extrema importância para o setor, para que as companhias possam investir o dinheiro. Fonte: O Estado de São Paulo, 12/01/2010
O Brasil finalmente pode desengavetar projetos de 20 anos para usar o potencial hidroviário dos seus rios. Está em gestação no Ministério dos Transportes, em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT) e com apoio do Banco Mundial (Bird) o Plano Hidroviário Estratégico. A ideia é levar aos rios os planejamentos feitos para a malha ferroviária do país. Projetos não faltam, mas desde o fim da Portobrás, no governo Collor, faltam recursos para manutenção e expansão de vias navegáveis. Para este ano, o orçamento aprovado no Congresso dá ao DNIT R$ 502 milhões a serem investidos nas hidrovias. Fonte: Valor Econômico, 12/01/2010
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