ADASA mobiliza parceiros e voluntários para ação inédita de recuperação ecológica de área degradada na orla do Descoberto

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Adasa mobiliza neste sábado (13) nove parceiros e voluntários para ação inédita de recuperação ecológica de área degradada na orla do Reservatório do Descoberto. Ao tentar reproduzir o mais fielmente possível a vegetação original, o objetivo é converter o local em uma zona viva de pesquisa sobre reabilitação do maior bioma brasileiro e garantir oferta de água no futuro.

Fiapo, rabo de burro, assa-peixe, brinco de princesa, mimosa, baratinha, caju e ipê caraíba. Todas são espécies de gramíneas, arbustos e árvores nativas do cerrado. Muvuca é o nome da técnica de reflorestamento que combina o lançamento de sementes ao plantio de mudas. Ao coordenar a semeadura direta de 280 quilos de sementes nativas colhidas em campo, entremeadas com o plantio de 1.500 mudas de árvores de portes variados e em distintos estágios de crescimento, a expectativa é que as novas plantas consigam adaptar-se melhor às condições naturais específicas e sobrevivam ao frio, à chuva, ao calor e à estiagem.

O desafio da iniciativa é duplo: assegurar que o maior número de árvores chegue até a idade adulta, já que a taxa de mortandade de mudas nativas do cerrado –e também de outros biomas– pode ultrapassar 70% no primeiro ano; e garantir que a nova cobertura vegetal tenha impacto imediato e direto na recomposição dos recursos hídricos do DF. Neste sábado, a ação ocorrerá em dois hectares, mas o objetivo é reflorestar 30 hectares até o fim deste ano.

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