Ser mãe é….

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Conheça o universo materno da comunidade reguladora que se destaca em seu papel multitarefa e amor incondicional

Motivo do nosso orgulho e admiração. Elas acordam cedo, enfrentam trânsito para levar seus filhos na escola ou aguardam o transporte escolar para seguir para o trabalho. Algumas preparam o café, outras já deixam o almoço pronto. São aquelas que, entre uma reunião e outra, ligam pra saber se está tudo bem em casa, que fazem videoconferência com o filho no colo, que resolvem um problema da agência com o telefone na orelha e o arroz no fogo. Aquelas que passam do salto para a sapatilha, do blazer para um avental, saem do papel de servidoras das agências e assumem o seu melhor papel: mãe. Mãe professora, mãe conselheira, mãe cozinheira, mãe arrumadeira. Mãe que dá banho, que conta história, que põe pra dormir. Mãe que briga com o relógio para dar conta de tudo e ainda fazer um bolinho preferido do filho, um cafuné ou simplesmente sentar para saber como foi o dia.

Umas são vaidosas, outras não, loiras, morenas, gordas, magras, altas, baixas… são várias que se unem na unicidade de ser mãe. Quem são elas? Conheça, agora, histórias e depoimento de mulheres, espalhadas no Brasil inteiro, lindas, guerreiras e que agregam no dia a dia de nossas agências.

Ser mãe é… ser carinhosa, atenciosa, dedicada

“A maternidade é um estado de espírito, onde a felicidade e a insegurança são antagonistas constantes na vida de uma mulher. Ser mãe não é tão simples, mas é maravilhoso. Uma criança exige de você dedicação, paciência, tempo e sobretudo equilíbrio para passar por todas as situações. Ser mãe é também um constante aprendizado, ensinamos e aprendemos com nossos filhos todos os dias. Ser mãe é amar incondicionalmente um serzinho sem querer nada em troca, é ter como recompensa o melhor sorriso e o melhor beijo, é trocar olhares no amamentar, é saber que só o embalar do seu colo pode confortar um choro sentido, é saber que você será responsável por aquela “pessoinha” tão indefesa por um longo tempo, é acordar todo dia pensando no futuro, é mudar de paradigmas e pensamentos, é ter prioridades, é sofrer quando eles estão doentes, mas é saber que no final, tudo o que fizemos, valerá a pena.”

Márcia Gabriele de Araújo Melo Garcia, mãe de Odilon e sou Coordenadora Jurídica da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (ARSEP/RN).

Ser mãe é… ser santa!

“Meus filhos, que ainda moram comigo, de infância a adultos, sempre e todos os dias falam palavras pequenas, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a uma vida feita de força e sabedoria. Ser mãe na linguagem deles não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados. Amam a sua mãe quase sem o saber e só dão conta da profundidade das raízes desse amor no momento da derradeira separação, de um dia criarem asas e fazerem novas mães. Mãe é eterna, é luz divina, é o combustível que capacita um ser humano comum a fazer o impossível. Como mãe gerei filhos, gerei neta e quando você é mãe, você nunca está realmente sozinha em seus pensamentos. Uma mãe sempre tem que pensar três vezes, uma por ela, outra por seu filho e outra pela neta, é assim que me defino como uma mãe e avó realizada em todos os sentidos.

Maria Teresa de Almeida, mãe do Leandro, Eduardo e avó da Leticia. Assessora técnica da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (ARSEP/RN).

Ser mãe é…. saber resgatar relações

“Tenho uma filha de 22 anos, acrobata. Ela dá aula e trabalha em circo. Nossas agendas são muito apertadas e nossos horários não batem. Esse está sendo o lado bom da quarentena. Estamos mais próximas, passando mais tempo juntas. Estamos nos reinventando e tendo um resgate na relação. Todo dia das mães, ela faz um café da manhã especial, mas esse ano, faremos um almoço com um cardápio especial”.

Maria Clara Canedo, mãe da Marina, ouvidora da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa).

Ser mãe é… saber ser filha

“Vejo minha mãe todos os dias. Sempre trocamos carinho. Sempre estivemos conectadas. Nesse tempo de pandemia, não consigo ficar sem ela. Estamos nos cuidando e agora a visito somente aos finais de semana, bem rápido. Nesse dia das mães, vou vê-la e entregar um presente que eu mesma fiz pra ela”.

Juliana Carvalho, mãe do Renato, filha da Eliana e assessora na Procuradoria da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa).

Ser mãe é… ser aquela que dá muito amor, abraços e não pode!

“Moro no Rio de Janeiro há quase 18 anos e sempre que dá viajo para passar Dia das Mães com minha mãe, em Aracajú, porque acho uma data importante para estar com ela, que me deu a vida. Esta é a primeira vez que vamos passar o Dia das Mães somente eu e meu filho. Ele está cheio de planos para preparar meu café da manhã na cama e escrever cartões, como faz desde os cincos anos de idade. Lembro como hoje que meu primeiro café da manhã na cama foi um pacote de biscoitos cream cracker em um pratinho, com o pote de manteiga e uma faquinha! Foi muito emocionante, chorei bastante porque foi uma surpresa e tanto. À medida que ele foi crescendo, o café foi ficando mais elaborado e os presentes, chegando. Com ajuda de uma irmã ou de uma amiga ele sempre dá o jeito de comprar algo pra mim, se bem que ano passado ele comprou sozinho, com a mesada dele, um vinho tinto de presente! Sinto muito orgulho da criação que tenho dado ao meu filho porque ele é um bom menino, educado e carinhoso comigo, com meus pais e com todos que têm contato com ele.  A nossa relação é muito boa, fazemos muita coisa sempre juntos.”

Ana Patricia Mendonça, mãe do Thomas, jornalista e assessora de Relações Institucionais na Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa).

Ser mãe é… saber lidar com as mudanças

A pandemia do Coronavírus nos trouxe muitas mudanças na rotina normal de uma mãe que trabalha fora. Com o home office, tive que me reinventar com o trabalho doméstico e as aulas online. Enquanto um olho fica no computador e no celular o outro fica no meu filho de 7 anos. O trabalho doméstico, esse fica para a “hora do recreio”. Enfim, a pandemia me trouxe maior aproximação do meu pequeno e isso nos faz superar as dificuldades que é ficar em casa.

Cristiane Silveira, mãe do Enzo e chefe de Gabinete da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (AGR)

Ser mãe é … estar perto, mesmo longe

“Aprendi com minha mãe a ser mãe! Ela me ensinou que ser mãe é a tarefa mais importante da minha vida, assim como é da vida dela. Ela mora em Fortaleza e, com o isolamento social, não pode sair de casa. Então nossa rotina mudou muito, pois faço as compras de sua casa pela internet, aqui de Brasília. E nos falamos todos os dias, para eu me certificar que eles estão bem e ela para se certificar que nós estamos bem. É um amor que não cabe no peito. Ser mãe pra mim é quase não lembrar como vivia antes de tê-los. É porque eu morreria sem esforço”.

Cristina de Saboya Gouveia Santos, mãe do Mateus e Filipe e filha da Olga. Reguladora de Serviços Públicos da Agência Reguladora de águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa)

Ser mãe é… ter um amor que não cabe no peito

“Eu sou mãe de um menino de 2 anos e 9 meses. Ele se chama Antony Gabriel. Agora nesse período de quarentena, e com a suspensão de funcionamento das escolas, eu e meu marido temos nos revezado para cuidarmos dele. Moro na mesma cidade da minha mãezinha e, mesmo na pandemia, consigo vê-la, mesmo que de longe, mas por conta de tudo o que está acontecendo, esse ano, vou passar o dia das mães diferente, mas especial na companhia do meu filho e meu marido.”

Elen Dânia Silva dos Santos, mãe do Anthony. Superintendente de Resíduos Sólidos da Agência Reguladora de águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa)

Ser mãe é… saber ser mãe e vó em tempos de quarentena

Passar esse “Dia das Mães” não vai ser tão fácil. Por ser atípico, fico imaginando que, a partir deste ano, vamos lembrar nos anos que virão de como tivemos que gerenciar um distanciamento chamado isolamento social.  Toda mãe deseja neste dia está rodeada por todos os filhos e netos. Eu tenho 04 filhos e 5 netos. Irei passar este dia especial apenas com uma parte da família mas ficarei feliz e elevo as mãos pro céu agradecendo por este presente de estarmos todos saudáveis sem a contaminação que levou muitas mães e filhos deste mundo dentre eles alguns que não tiveram com se despedir  destes entes queridos. Diante deste quadro, sou grata ao Deus Pai por estar viva, sadia e feliz ao lado da minha tão amada família. Fui mãe muito jovem e consequentemente avó também. Temos uma relação muito de igual para igual que esqueço na maioria das vezes que sou uma idosa. Sou uma mãe madura e uma avó jovem, alegre e feliz. Sou uma mãe amiga, que se doa por amor a causa.”

Maria do Socorro Ferreira, mãe da Keity, do Érico, da Karina e da Klarissa e avó da Valentina, do Ruan, do Ruy, da Letícia e da Luiza. Diretora Autárquica da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (ARSEP/RN).